Por Ataíde Santos
O hoje senador e presidente do PSDB, Aécio Neves, entrou na política nacional à sombra da morte de seu falecido avô Tancredo Neves, eleito presidente da república pelo colégio eleitoral, e que jamais assumiu o cargo em virtude de morte prematura.
Embalado pela comoção nacional pós-ditadura, Aécio, o neto/secretário de Tancredo, foi ungido pelo povo, tornando-se uma espécie de sucessor natural do avô. Ciente disso e embalado pela mídia favorável, elegeu-se deputado federal, chegando a presidir a Câmara Federal, e depois governador do estado de Minas Gerais. Mais uma vez apoiado pela mídia, inclusive a particular, Neves se candidatou à Presidência da República, e ai teve oportunidade de mostrar-se como de fato é, um playboy birrento, como diz quem o conhece mais de perto.
Durante a campanha presidencial mostrou-se exageradamente agressivo, deselegante, descortês e sem propostas concretas para o pais que pretendia presidir. Vangloriou-se, quando por fruto de sua agressividade exacerbada, provocou ligeiro mal-estar na sua oponente e hoje presidenta da república Dilma Rousseff.
Inconformado com a derrota, aliou-se com Paulinho da Força, Cássio Cunha Lima, Agripino Maia (todos com pendengas judiciais) entre outros para tentar de toda sorte tomar o “brinquedo” que julgava lhe pertencer. Iniciou-se aí uma cruzada pela cadeira do Planalto.
Sob a batuta de Aécio, mídia, parte do Ministério Público, Judiciário, deputados e senadores aliados, buscaram o impeachment da presidenta eleita democraticamente pelas urnas. Para isso, votaram contra qualquer medida que favorecesse as ações do governo para debelar a crise econômica mundial, que a mídia insiste em dizer à população que é local, provocada pela má gestão da presidenta. Votaram e aprovaram leis que só aumentariam as despesas governamentais. Tudo para fazer sangrar a presidente. Nada encontrando que a desabonasse, decidiram pela anulação no TSE, sob orientação de Gilmar Mendes, da eleição que Aécio julgava como ganha até o último momento da apuração dos votos.
Insufladas por Aécio Neves, milhares de pessoas foram às ruas gritar pelo impeachment, (o senador jamais participou de qualquer destas manifestações, enquanto seus seguidores gritavam “Fora Dilma” sob o sol ou a chuva, seu líder se divertia nas praias do país). Bateram pateticamente panelas nas janelas dos suntuosos apartamentos quando dos pronunciamentos da presidente pela rede de televisão. No último, quando Dilma falou sobre a crise do vírus da zika, que também é mundial, alguns ainda assim foram bater suas panelas de aço inox revestidas de cerâmica.
Como nada encontraram contra Dilma, e com a trégua de fim de ano, foram feitas pesquisas e pimba! Constataram o obvio: caíram as intenções de voto e aumentou a rejeição a Aécio. A par disso, o senador, seus assessores e o partido (PSDB) mudaram de estratégia. Como a face de lobo ficou à mostra, querem agora resgatar a pele de cordeiro que na sanha da caminhada pelo planalto deixaram cair. Mas a população, auxiliada pela mídia alternativa e pelos blogs sujos, já perceberam a estratégia.
Jornais de hoje e de já há alguns dias falam que: “Portando-se como estadista, Aécio Neves diz que antes de tudo é necessário salvar o país”. Reconhece tardiamente ou é mais uma estratégia para enganar o povo? Como falava minha mãe: “Quem quiser que te compre!”.
O hoje senador e presidente do PSDB, Aécio Neves, entrou na política nacional à sombra da morte de seu falecido avô Tancredo Neves, eleito presidente da república pelo colégio eleitoral, e que jamais assumiu o cargo em virtude de morte prematura.
Embalado pela comoção nacional pós-ditadura, Aécio, o neto/secretário de Tancredo, foi ungido pelo povo, tornando-se uma espécie de sucessor natural do avô. Ciente disso e embalado pela mídia favorável, elegeu-se deputado federal, chegando a presidir a Câmara Federal, e depois governador do estado de Minas Gerais. Mais uma vez apoiado pela mídia, inclusive a particular, Neves se candidatou à Presidência da República, e ai teve oportunidade de mostrar-se como de fato é, um playboy birrento, como diz quem o conhece mais de perto.
Durante a campanha presidencial mostrou-se exageradamente agressivo, deselegante, descortês e sem propostas concretas para o pais que pretendia presidir. Vangloriou-se, quando por fruto de sua agressividade exacerbada, provocou ligeiro mal-estar na sua oponente e hoje presidenta da república Dilma Rousseff.
Inconformado com a derrota, aliou-se com Paulinho da Força, Cássio Cunha Lima, Agripino Maia (todos com pendengas judiciais) entre outros para tentar de toda sorte tomar o “brinquedo” que julgava lhe pertencer. Iniciou-se aí uma cruzada pela cadeira do Planalto.
Sob a batuta de Aécio, mídia, parte do Ministério Público, Judiciário, deputados e senadores aliados, buscaram o impeachment da presidenta eleita democraticamente pelas urnas. Para isso, votaram contra qualquer medida que favorecesse as ações do governo para debelar a crise econômica mundial, que a mídia insiste em dizer à população que é local, provocada pela má gestão da presidenta. Votaram e aprovaram leis que só aumentariam as despesas governamentais. Tudo para fazer sangrar a presidente. Nada encontrando que a desabonasse, decidiram pela anulação no TSE, sob orientação de Gilmar Mendes, da eleição que Aécio julgava como ganha até o último momento da apuração dos votos.
Insufladas por Aécio Neves, milhares de pessoas foram às ruas gritar pelo impeachment, (o senador jamais participou de qualquer destas manifestações, enquanto seus seguidores gritavam “Fora Dilma” sob o sol ou a chuva, seu líder se divertia nas praias do país). Bateram pateticamente panelas nas janelas dos suntuosos apartamentos quando dos pronunciamentos da presidente pela rede de televisão. No último, quando Dilma falou sobre a crise do vírus da zika, que também é mundial, alguns ainda assim foram bater suas panelas de aço inox revestidas de cerâmica.
Como nada encontraram contra Dilma, e com a trégua de fim de ano, foram feitas pesquisas e pimba! Constataram o obvio: caíram as intenções de voto e aumentou a rejeição a Aécio. A par disso, o senador, seus assessores e o partido (PSDB) mudaram de estratégia. Como a face de lobo ficou à mostra, querem agora resgatar a pele de cordeiro que na sanha da caminhada pelo planalto deixaram cair. Mas a população, auxiliada pela mídia alternativa e pelos blogs sujos, já perceberam a estratégia.
Jornais de hoje e de já há alguns dias falam que: “Portando-se como estadista, Aécio Neves diz que antes de tudo é necessário salvar o país”. Reconhece tardiamente ou é mais uma estratégia para enganar o povo? Como falava minha mãe: “Quem quiser que te compre!”.
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