Em entrevista à BBC Dilma afirma que caso seja realmente afastada do governo, voltará.
Durante a campanha eleitoral, na qual se reelegeu presidenta da república, em debate com o então (?) opositor Aécio Neves, Dilma Rousseff afirmou que em seu eventual futuro governo não ficaria pedra sobre pedra no tocante à investigação sobre corrupção no governo. Depois da reeleição, em resposta ao repórter William Bonner da Rede Globo, afirmou:
Passados um ano e meio, as palavras proféticas da presidenta brasileira são diuturnamente confirmadas pela mídia, justiça e nas ruas. O Brasil transformou-se num gerador de escândalos político/empresarial. Prisões, afastamentos, delações premiadas e, inclusive, o impeachment da própria Rousseff veio à cena, além de ameaça e possível prisão da maior liderança política do último século na América Latina, o ex-presidente Lula. Fala-se, inclusive, ser ele a verdadeira razão dessa celeuma aqui instalada.
Ontem (04/05) em entrevista à BBC Brasil, Dilma vaticinou:
Pode parecer difícil ou até lembrar desenhos animados onde o vilão derrotado pelo mocinho promete voltar. Mas quem conhece Dilma de perto e até de muito, muito perto, diz que ela tem como característica crescer na adversidade. Nunca entrega os pontos, leia-se aí os tempos da ditadura onde como presa sofreu tortura coordenada e até aplicada pelo próprio general Brilhante Ustra – símbolo maior da tortura e recentemente homenageado pelo deputado Jair Bolsonaro, fato pelo qual corre o risco de perder o mandato.
Como apesar de tudo muito pouco se sabe sobre quem de fato é Dilma Rousseff ou Wanda ou Patrícia ou outros codnomes usados à época, resta-nos aguardar o desfecho dessa história macabra nas terras brasileiras.
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